Troféus à beira rio (e mais notícias (des)interessantes do dia).

Hoje, os troféus da liga dos campeões saíram à rua. Os bichinhos chegaram de barco, pelo que me constou, depois foram andar de elétrico, assim em jeito de conhecerem a cidade onde vão ficar expostos nos próximos dias, e daí metera-se no metro até irem parar não-sei-bem-onde, que é onde será a cerimónia de celebração dos ditos cujos. Acho que são menino e menina (ou para os meninos e as meninas, respetivamente). A TVI está a par da cobertura disso tudo (cobertura há-de ser sempre uma expressão engraçada no jornalismo. A TVI está a cobrir um acontecimento. Algures no campo um boi cobre uma vaquinha, a coitada. Mas não vou fazer piadas sobre o jornalismo da Têvê-i).

Ora eu sou uma analfabeta no que toca ao desporto-rei e aos desportos-bastardos em si. Que coisa feia, só sei correr, gosto de basquetebol mas não sei as tecnicidades e as mesquinhices todas. E não me estou a gabar do facto. Ora ser-se informado é ser-se informado sobre tudo. É saber mais e melhor de várias coisas e não apenas das que nos interessam. Eu estou a melhorar esta minha falha. Olhai hoje, por exemplo, ouvi muitas coisas boas do jogo de ontem entre o Benfas (trato-o assim porque andámos juntos à escola, claro está) com o Porto (aquele clube que eu gosto só porque já fui semi-tripeira). Ouvi dizer que um moçalhão chamado André Gomes marcou um golaço! Mas um daqueles que te faz ficar toda coisinha na cadeira. E eu fui ver e, de facto, na minha opinião de acéfala futebolista foi um golação. Foi giro, nunca conseguiria fazer aquilo na minha vida, logo aprecio a beleza de longe e não tento, de forma alguma dizer que podia ser mais ou menos de qualquer coisa.

 

(…)

 

Depois parece que o IPO do Porto vai dar um concerto solidário de comemoração dos seus 40 anos com convidados como Tony Carreira, André Sardet, Azeitonas e um DJ que se apresenta pelo nome de Meninos do Rio. Não consigo não rir (por dentro, lá está).

Quando ouvi isto foi algo do género que me queria sair da boca – mas ficou fechadinho na mente –: Olha lá os coitados a morrer e a ter de aturar com o Tony a cantar sobre amor, o Sardet a dizer que gosta deles como dali até à lua e o outro, o Azevedo a convidá-los para ir ver os abiões! Cambada de sortudos, estes doentes! (Sem nenhum gozo em relação à doença. Humor e respeito).

 

(…)

 

Hoje é dia de sorteio da fatura da sorte. Vamos lá ver a quem é que a Ribas de Oliveira oferece o audi que, segundo o Expresso, é carro para custar qualquer coisa como 300 e muitos euros/mês aos que o receberem. É uma dádiva do Estado aos pobrezinhos que, com um salário mínimo de pouco mais que esses trezentos e tal eurinhos, recebem um audi para andarem montados… em dívidas. E estômago vaziozito é que se conduz um topo de gama! Ai ai…

 

(…)

 

Olha, finalmente vou dizer: continuo aqui a ouvir o caso do outro. Do Pistorius. Que agora não fala, o rapaz. Agora estão a rever provas e coisas muito chatas, já não há o confronto com o gajo da procuradoria e o gajo sem pernas. Já não há aqueles “I don’t know, milady”, “I did not do it, milady” “I don’t remember, milady”… e por aí, que me faziam acabar o café mais cedo. Agora é tecnicidades e coisas aborrecidas, mas eu ouço. Ah! Eu quero todos os grãos de informação. Quem sabe um dia escreva um livro sobre isto. Ou um guião para um filme. Ou então fique por aqui, perdido no blog, sem que ninguém o leia. Também é na boa. (não, não é).

 

“I have no further questions.”

 

Acho que por hoje é tudo. Ou por agora.

 

Xoxo. C.

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