First they laugh, then they copy… Then you win

Temos de ser verdadeiros connosco mesmo, a realidade é essa. Na vida, por mais coisas que façamos, por mais que nos verguem, que nos dobrem e que nos dobremos a nós mesmos, condicionando-nos às circunstâncias da vida, o que não pode deixar de acontecer, é que sejamos verdadeiros connosco mesmos e com a nossa personalidade. Dobrar não é quebrar, é ser flexível. Isso é uma qualidade inteligente. Mesmo que com isso encontremos sempre obstáculos no caminho, na forma de pessoas.
Passo a explicar: quando lutamos pelo que queremos, somos bons nisso, originais, espertos para saber como jogar e inteligentes para criar algo nosso, ou usar algo com a nossa marca, com o nosso cunho, vai sempre haver alguém, qualquer pessoa, que não lide bem com isso. Por norma, nem é porque sejamos pessoas célebres ou de fama notória. Qualquer pessoa que conheça o mínimo do que fazemos (mas nunca do que somos ou pelo que passámos), pode interpor-se no nosso caminho.
Aconteceu-me pela primeira vez há uns anos,  com uma coisinha mínima. Um pequeno texto que eu publicara numa rede social e que fora literalmente roubado por alguém, para usar no seu perfil. Sem sequer usar aspas ou mencionar que o texto não era da pessoa. E não, não era apenas uma citação de algo parecido a algo meu ou uma inspiração. Era o texto na íntegra. Eu, por culpa da tenra idade e da falta de savoir faire por mim mesma, não fiz grande coisa, só alertei para o meu conhecimento.
Mas a verdade, é que desde esse incidente, foram poucos os incidentes do género. Mas claro, acontece que se inspirem em coisas minhas ou que vejam, gostem e façam parecido. Não gosto de dizer que não e colocar barreiras e não sou super star para achar que sou inspiração de meio mundo. Mas, claro, que acho no mínimo ridículo quando as coisas são óbvias e não o admitem. A verdade é que gosto que se baseiem em mim. Mas a verdade, também, é que gosto ainda mais de pessoas verdadeiras e fieis a si mesmas e que admitam de onde vem a fonte. Eu faço-o com quem me inspira. Não é vergonha nenhuma. Mas pronto, é como se diz “primeiro riem-se de ti, depois copiam-te”. É assim que funciona e não me podia sentir mais lisonjeada. Mas é giro ver que continuamos a andar um passo à frente e isso é motivo para trabalhar mais e melhor e saber que, dessa forma, há mais e melhor por onde ir buscar influências. Trabalhar para melhorar, sempre. Se for atrás da sombra de alguém, não faz mal, o dia ao sol há de chegar. Se for pelo nosso pé, melhor ainda, mas com atenção porque o dia à sombra espera-nos a todos e o sol pode ser de pouca dura.
Nunca estamos sempre por cima. Mas quando estamos à frente temos de saber liderar. E quando vamos atrás, temos de saber valorizar quem nos guia. E, de facto, admitir e saber ser-se humilde, a ponto de dizer “sim, eu vi, achei bom e fiz igual ou semelhante, com a minha cunha”. Humildade, só.

Já irritou, agora é só ridiculo. E lisonjeante.

First they ignore you, then they ridicule you, then they fight you, and then you win.

Mahatma Gandhi

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