[toxic]

«acho que sempre começou com estas coisas pequeninas, com estes apertos de mão, de coração.

acho que nunca fomos muito certos, mas sempre corretos. nunca entrámos no primeiro comboio, esperámos sempre pelo último, como quem diz à vida que nunca é tarde demais. que podemos esticar o tempo, torná-lo nosso, possuí-lo.

como daquela vez, na praia, caídos na areia, éramos duas almas a vaguear no tempo. entregámo-nos a ele e dele fomos.

a vida às vezes tem destas coisas, e depois há vezes que não tem coisa nenhuma.

ontem perdi-te, perdi tudo. a vida tem coisa nenhuma, agora.»

C.

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