[movie review: interstellar]

Interstellar-IMAX-Poster-Wallpaper
“We used to look up at the sky and wonder at our place in the stars, now we just look down and worry about our place in the dirt.” cooper.

aloha!

venho tardíssima, eu sei. já vi este filme na terça-feira passada, portanto venho com uma semana de atraso, mas a vida tem sido louca, com o trabalho e as mudanças (que espero acabar hoje). e depois, porque este filme é muito difícil de criticar. não no mau aspeto, mas de fazer uma crítica. é um filme pesado, muito pesado – não fosse este um típico Christopher Nolan. quem não se lembra de inception, ou daquele último batman que foi o batman mais wtf de sempre? ou, um bocadinho antes, com o joker mais joker do universo dc comics? toda a gente se lembra. e toda a gente sabe que os filmes do Nolan são sempre bons filmes, e sempre bem classificados e quase sempre indiciados a Oscar. este homem é um génio da realização, do mundo do cinema. quase sempre me consegue deixar estupefacta e a pensar nos filmes dele, semanas após tê-los visto. e isso não é para qualquer um. os filmes de Nolan são, para mim, como um bom livro que eu quero sempre reler.

mas passando à frente, não vou contar a história de interstellar, porque é fácil de entender o plot vendo o trailer. só que a partir disso, a história é completamente outra. o que se passa ali, não é o que se passa num filme normal sobre o espaço como, por exemplo, gravity.

é muito mind fucking, leva-nos para outra dimensão, literalmente, e põe-nos a pensar no que realmente existe para lá de nós (que é o que todos os filmes deviam fazer). e depois, o matthew mcconaughey parece que de repente se tornou um dos melhores atores da nossa geração. ou, de repente repararam no talento que ele sempre teve, e o puseram em bons filmes. e graças a deus por isso (sem intenções religiosas, força de expressão).

aconselho a toda a gente, vivamente. mais do que isso, aconselho a que, como eu, vão vê-lo ao cinema. ainda vale a pena ir ao cinema, mesmo que seja caro. porque a indústria cinematográfica também vale a pena ser alimentada. se podemos alimentar a têxtil, por exemplo, ao oferecermos-nos roupas novas, ou sapatos. ou mesmo a indústria da cosmética, ou por aí, porque não oferecermo-nos uma bela sessão de cinema, com direito a mix de pipocas, de vez em quando? ir ao cinema faz bem, eu gosto e recomendo. gasta-se dinheiro noutras coisas que nos cultivam muito menos a mente e não reclamamos disso.

tenho ido poucas vezes para o meu gosto pessoal, mas tenho ido mais do que costumava e do que a maioria. a poder, gostava de ir todas as semanas e vou fazer por isso. vale muito a pena verem esta obra de arte do cinema. e refletirem sobre isso.

o que há para lá daqui? e, tendo nascido aqui, temos mesmo de morrer aqui?


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“We’ve always defined ourselves by the ability to overcome the impossible. And we count these moments. These moments when we dare to aim higher, to break barriers, to reach for the stars, to make the unknown known. We count these moments as our proudest achievements. But we lost all that. Or perhaps we’ve just forgotten that we are still pioneers. And we’ve barely begun. And that our greatest accomplishments cannot be behind us, because our destiny lies above us.” cooper.

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aloha, C.

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