[faltam dois dias para o natal]

Cláudia d'Oliveira. all rights reserved.
Cláudia d’Oliveira. all rights reserved.

aloha!

andei por aqui afastada, a aproveitar as minhas férias ao melhor. ainda estou, mas já voltei ao algarve. e, por falar em voltar a sítios ou a fazer coisas, voltei a rever a minha série favorita de sempre! Sim, Friends! apanhei um ou outro episódio aqui e ali da nona temporada e lembrei-me, aliás, relembrei-me o porquê daquela ser a minha série preferida. eu já vi aquilo mais do que sete vezes, cada temporada e, ainda assim, riu-me como se fosse a primeira vez e eu fosse aquela criança que via a série na rtp2, à hora de jantar.

poucas pessoas entendem isto, acho que só quem realmente gosta daquela série como eu, entende. quem vive aquilo como se tivesse vivido naquele apartamento de paredes roxas, tomado todos aqueles cafés em central perk… eu compreendo que isto soe ridículo ao ponto de alguém viver uma série mas, como eu vi num documentário sobre séries, quando estas são feitas ao nível da excelência, seja em comédias como Seinfeld ou Friends, seja em séries como Breaking Bad ou Dexter, ou Six Feet Under… as personagens, as histórias e tudo o resto, torna-se um pouco parte do nosso dia-a-dia. vivemos com elas mais horas do que quiçá vivemos com outras pessoas. o nosso tempo é passado à volta daquela história, como um livro. e, se um livro pode ser parte de nós e até da nossa história, assim o pode ser um filme ou uma série televisiva.

friends são isso para mim. e depois pus-me a pensar que, parte da razão para o serem, é pelas personagens. se o casting tivesse sido outro (como era para ter acontecido), provavelmente não me faria tanto sentido. foram escolhidas as pessoas ideais para aqueles papéis, mesmo que eu não soubesse dizer se outro ator seria melhor do que o Matthew Perry para o Chandler. mas, para mim, ninguém faria um melhor Chandler. ou um melhor Ross (confessamente o meu favorito).

enfim, mas passando à frente… hoje li algo que me deixou triste: morreu Joe Cocker.

estas coisas deixam-me um bocado à toa, porque são pessoas que tu não conheces, mas por quem nutres admiração e um certo sentimento de que é suposto eles viverem para sempre. e é triste, porque eu sempre adiei ir vê-lo ao vivo, mas sempre quis. cresci com muitas músicas dele em background.

e, por isso e por algo mais, deixo aqui a minha música favorita de sempre, de Cocker.

aloha

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