[…assim como John e Yoko]

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adoro romance. quem me conhece sabe que eu adoro histórias de amor.
não a dos filmes, nem as das séries (se bem que ainda me derreto com o Ross e a Rachel e ficará para sempre comigo a expressão “you’re my lobster”); gosto dos romances dos livros porque a minha mente é livre de estereótipos e de clic

hés hollywoodescos. e eu gosto mesmo é de sonhar; apaixonar-me, uma e outra vez, com as palavras que leio.
mas do que eu gosto mesmo, o que me faz tremer as pernas, acelerar o coração e me mete um sorriso de orelha a orelha no rosto, são histórias de amor a sério; de carne e osso, daquelas reais, de pessoas como eu que sofrem, que trabalham, que lutam e a quem a vida, apesar de tudo, ainda sorri.

gosto daquelas histórias que me contam, nas mesas de café, que ouço de coração na boa, enquanto o cigarro queima, por fumar.
gosto daquelas histórias de amor que começaram cedo, noutros tempos, em que os namoros eram difíceis e o amor menos complicado. em que gostar ainda era suficiente para duas pessoas irem atrás do que realmente queriam, contra tudo e todos.

gosto de histórias de amor em que uma família nasceu; um lar, uma história, uma geração. histórias de amor que nunca acabam, porque a matéria do amor é superior a tudo o resto.
pessoas que se amam porque se amam, e ainda gostam de sentir o gosto do outro, ainda acordam felizes da vida pelo percurso que percorreram.

são histórias imperfeitas e cheias de percalços pelo meio, mas são as minhas favoritas! o meu peito enche-se de calor quando falo/escrevo disso. é a minha única ambição de vida, a sério, poder ser assim feliz! poder, um dia, contar que a minha vida foi preenchida por um amor real, daqueles que se repara quando uma parte se parte; daqueles que valem a pena, pela vida fora. amores que parece que não vivem na dúvida.

sou crente de que tudo o resto na vida se ajeita, da forma possível, se abrirmos o coração ao amor. blá blá blá, seja ele qual for! amor é amor, de todas as formas que couberem no nosso coração!

é assim tão inconcebível hoje em dia? é que eu acho que é algo tão simples, que não consigo entender… até as dificuldades me são simples se olhar por este ponto de vista.

mas esta sou eu, e há quem diga que eu sonho demasiado. mas sabem que mais “you may say I’m a dreamer, but I’m not the only one“.

para mim, o amor a sério é como uma boa música: nunca fica fora de moda, nunca nos cansamos e dura pela eternidade. amar é contemporâneo, é eterno. nunca me digam o contrário; nunca mo provem.

C.

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