[i got 99 problems… but my tattoos ain’t one]

este assunto nunca é demais neste blogue, nem nesta vida. de cada vez que eu acho que estamos a evoluir e as mentalidades estão a ficar mais abertas, PAM, vem sempre algum pseudo-crítico, de mente fechada e retrógrada, criticar as pessoas porque gostam de pensar fora da caixinha.
aliás, essa coisa de criticar as pessoas anda-se a elevar a um nível extremamente alto e algo ridículo, devo admitir. é vê-los – os haters -, nas redes sociais a partilhar imagens de bonecos/memes/frases-da-novela, para criticar alguém e dizer alguma coisa que nunca teriam coragem de dizer ao vivo. a isso chama-se cobardia tecnológica, mas isso é assunto para outra panela, do qual nem vale a pena debruçar-se sobre, porque quem o faz sabe exatamente para quem o fez e, o mais engraçado, é que quando não têm a resposta esperada, é vê-los/as mandar mais “bocas para o ar”. mas, como dizia o meu rico paizinho, “os cães ladram e a caravana passa”.

quanto às tatuagens, é a mesma coisa de sempre: “ai, vais-te arrepender quando fores mais velha”, ou “imaginas isso quando tiveres 70 anos, com a pele toda enrugada?”, seguido de muitos “nunca te vão dar emprego na televisão (jornalismo) ou nalgum sítio de renome, com isso no corpo”, etc etc etc.

há coisas que eu sei que é simplesmente mais fácil e melhor para a saúde ignorar, sorrir e acenar. mas vamos lá ver… ignorância é que não tolero muito bem. é engraçadocomo as pessoas se preocupam com a nossa vida, quando tomamos decisões que não as afetam mas que, algo me diz, elas queriam ter colhões de tomar mas não as tomam… é assim, para todo o pessoal que reclama das tatuagens e que se preocupa muito e demasiado com o aspeto delas daqui a muitos anos da minha vida, vejam este artigo do site Bored Panda. eu cá acho que ficam muito badass e mal posso esperar para ver como as minhas vão ficar! por essa altura hei-de ter a minha tão aguardada e desejada manga no braço esquerdo e sabe-se mais lá o que me vai apetecer. se me vou importar – muito ou pouco – com o aspeto delas aos 60-ish anos? não posso falar pelo futuro, mas tenho para mim que não. isto porque, aos 60-e-tal anos, se eu tiver problemas, hão de ser sobre n coisas menos tatuagens.

vivam a vida da maneira que vos apetecer e deixem os outros viver! com ou sem tatuagens, com ou sem piercings, túneis, mangas, etc etc. afinal, o que é que muda ter o meu corpo tatuado? furado? nada. pelo menos não para vocês.
o problema é que o mundo está cheio de haters. e, normalmente, sem motivo plausível.

a verdade é que, ao viver contra regras que a sociedade define como “normais”, toda a gente tem algo a apontar-te: seja porque gostas de pintar o corpo, deixar de comer animais, etc… há sempre algo negativo para dizer… mas a verdade é que cada um faz o que quer com a sua vida. e a minha, neste momento, é fantástica, acho que não podia ser melhor. e sim, sinto-me muito confortável com as minhas 20-e-tal tatuagens, aos 20-e-tal anos. daqui para a frente, quem sabe? se calhar também me vou fartar de mim, dos outros… logo vejo. por enquanto estou bem. eu, e todos estes velhinhos badass!
digam lá que não gostavam?

kiss, C.
p.s.: e parem de destilar frases de ódio nas redes sociais. aborrece e é pouco original. 😉



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