[para descobrir – Glamping]







todas as imagens retiradas do site oficial: http://www.glamping.com

Oba! parece que a primavera apenas fez uma apariçãozinha e foi embora. não sabemos bem quando ela vai voltar de novo, porque o sol espreita mas depois esconde-se outra vez, como quem brinca connosco. Mas não é sobre isso que vos vim falar hoje. hoje vim falar-vos de uma coisa que eu adoro fazer: acampar!
desde pequenina que eu ia acampar com os meus pais e a minha irmã, para parques de campismo, praias, em Marrocos, em todo o lado que podíamos. Houve uma vez – uma das que mais me recordo -, em que acampámos sem tenda, mesmo no meio do mato, porque deitámos a tenda fora.
Acampar é das coisas que mais me satisfaz, acompanhado de um livro, meia-dúzia de bons amigos e pouco mais. talvez de uma bebida fresca e uns cigarros.
Contudo, nos últimos dias chamou-me à atenção um novo conceito chamado Glamping. E o que é isso: é acampar com glamour.
Para mim, acampar com glamour (seja lá o que isso for), é acampar o mais próximo possível da natureza, com o menos possível de distrações. Sei que, para isso, muito do conforto a que estamos habituados (seja lá o que isso for, de novo), perde-se porque temos colchões finos, chão debaixo de nós, os banhos são mais simples, a comida também… mas para mim, essa é a melhor parte de poder acampar.
Este conceito de Glamping vem trazer o glamour citadino para o campo, por assim dizer. As tendas são cheias de comodidades, de brilho, de cores e de coisinhas bonitas. O colchão é alto, não parece magoar. No entanto, as paisagens continuam a ser as mesmas, bonitas e preenchidas com natureza e pouco mais. O que difere mais de um acampamento normal, é que não pode ser feito em qualquer lado (existem “estâncias” de glamping por todo o mundo) e é “caro para cacete”, por assim dizer.

Existe um site geral sobre esta modalidade, que nos explica exatamente o que é isto de acampar com glamour e onde o podemos fazer, por todo o mundo. Em Portugal tambem existem vários sítios onde podemos “glampar“, mas normalmente nunca por menos de 50€ por noite (e este é o mais baratinho, perto de Coimbra). Se o quisermos fazer, com umas aulas de surf e num retiro de ioga, o preço ascende aos (quase) 800€/noite, o que é, no mínimo, ridículo.

A verdade é que o conforto paga-se. Mas eu acho que estamos a pagar demasiado por um conforto que nos faz perder toda a experiência do que é, realmente, acampar.
Só quem o fez no chão, mesmo, ou numa praia ao relento, sabe do que estou a falar. Acordar com a maresia, sair da tenda, fazer um café, sentir a brisa e estar-se grato por aquele momento. Isto sim, é vida (que IMENSA vontade de ir acampar! adivinhem só quem o vai fazer mal possa! é carregar o panda com as tendas, o necessário e lá vamos nós).

A ideia é engraçada e, coisa que não podemos negar, o contacto com a natureza está lá. Claro que se perdem algumas coisas básicas de acampar à antiga, mas para quem não suporta dormir numa tenda (não hei-de entender), esta é a melhor opção – e a mais cara.
Talvez um dia o faça (quando me sair o euromilhões).

love, c(ashier).


P.S.: mais logo fiquem atentos ao site do Cinespoon, que sai o meu mais recente artigo, sobre a série Black Mirror (vale mesmo a pena ver). E já agora, já ouviram a nova música da Janelle Monáe?! É tão boa! Fica aqui o vídeo e ouçam por vocês mesmos.



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